segunda-feira, 11 de maio de 2009

Pimenta: José Walter Bautista Vidal



Para uma minoria pode até parecer óbvio, repetitivo ou que até mesmo estâo cansados de saber o que esse Físico aposentado anda dizendo por aí. Para mim nunca é pouco repetir palavras como essas, quem sabe assim virem moda e se popularizem pelo país. Com este intuíto disponibilizo aqui um link para a o site da revista Caros Amigos onde se encontra, entre outras, uma das mais esclarecedora entrevista que lí. Nela o Professor Bautista Vidal lança uma luz para aqueles que se interessam pelo país e que se sentem carentes de uma boa explicaçâo acerca dos obstáculos que nos impedem de ser uma grande naçâo. Depois, para os que curtirem o entrevistado, experimentem colocar o nome do Professor Vidal no google e descubram um pouco mais do curriculo desse Baiano.


Revista Caros Amigos-- Você vai sair desta entrevista com a cabeça cheia de interrogações, a par de acachapado. O físico e engenheiro José Walter Bautista Vidal, conhecedor, como pouquíssimos, do chão, da gente, do poder (ele esteve lá) e dos problemas brasileiros, faz afirmações impressionantes. Com números, mostra que o Brasil só não é uma grande potência porque não quer. Que o Brasil está cada vez mais à mercê dos especuladores internacionais porque quer. Que é dependente por escolha dos que o governam. Que a moeda que circula no mundo é falsa, não passa de papel pintado, e os países desenvolvidos estão à beira da falência. Que a era do petróleo — energia que move o mundo — está com os dias contados e eles não têm alternativa a não ser se apropriar das fontes energéticas que a natureza legou a outras nações. E a mais rica delas todas, disparadamente, é o Brasil, "porque foi premiado com um reator a fusão nuclear particular — o sol, que é a grande fonte de todas as formas de energia usadas pelo homem até agora e dentro de bilhões de anos". E o Brasil, como "grande continente tropical do planeta", terá por isso um poder inimaginável, "desde que conte com dirigentes à altura desse papel histórico". Sim, porque o que determina os rumos da história é a política. E esse físico e professor tem a cabeça política.

Nenhum comentário: