quarta-feira, 29 de abril de 2009

Daft Punk- remixes


Dando continuidade às versões remix e a vibe dançante da semana disponibilizo agora um disco remix bem legal do Daft Punk que encontrei na rede. O album possui 10 faixas sendo algumas delas assinadas por músicos gabaritados como os irmãos do The Chemical brothers, Scott Grooves, Frans Ferdinand e outros mais. Em breve estarei postando três músicas do Frans Ferdinand que, ainda nâo sei por quem, foram remixadas produzindo um material no mínimo curioso.
Até breve.

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segunda-feira, 27 de abril de 2009

Kraftwerk in The mix version



Pois então, estava dando uma vasculhada em meus arquivos e encontrei esse disco remix bem legal do Kraftwerk. Passei um boa parte da noite escutando a discografia deles e no final acabei percebendo uma semalhança muito grande entre todos discos, os caras passaram os últimos 20 anos remasterizando shows e refazendo o disco The man Machine. Sâo tantas versões que num momento já nâo coseguia diferenciar um disco dos outros. Tenho a impressâo de que musica é momento, talvez essa semana eu esteja para coisas mais dançantes, com uma linha, já quase na barreira do pop. Entre os 23 discos do kraftwerk que estavam em meus arquivos somente um me chamou a atençâo no momento e é exatamente esse que estou aqui disponibilizando para os que, assim como eu, estejam tambem curtindo essa vibe, abraço.




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TigaElectro






Tiga é o nome artístico do DJ/produtor nascido em Montreal Tiga James Sontag. Seu álbum Sexor ganhou o Juno Awards 2007 por Álbum Dance do Ano.


Carreira


Ele se formou na Selwyn House School, uma prestigiada escola em Westmount. Antes de produzir música, ele promovia raves em sua cidade-natal durante o início dos anos 1990. Tiga também ajudou na criação do mundialmente famoso clube SONA. Em 1994, ele abriu uma loja de discos chamada DNA Records, e em 1998 fundou sua própria gravadora, Turbo Recordings.



Tiga é muito conhecido por suas remixagens:


Tomas Andersson - Washing Up
Scissor Sisters - Comfortably Numb
Felix da Housecat - Madame Hollywood

Também é conhecido por seus covers:

Nelly - Hot in Herre
Corey Hart - Sunglasses at Night

Ele produz seu próprio material, e também já trabalhou com Zyntherius, Richard X e Jake Shears. Freqüentemente colabora com Mateo Murphy e Jesper Dahlbäck. Tiga também é amigo de Steph e David Dewaele, que produziram cerca da metade das faixas do álbum de estréia do Tiga, Sexor.


Discografia

Álbuns
2006: Sexor

Compilações de remixagens

1998: Montreal Mix Sessions Vol. 1
2000: Mixed Emotions: Montreal Mix Sessions Vol. 5
2002: American Gigolo
2002: DJ-Kicks: Tiga
2005: INTHEMIX.05

Singles
2001: Sunglasses at Night
2002: TGV EP
2002: DJ-Kicks Promo
2003: Running out of Time EP
2003: Hot in Herre
2003: Burning Down the House
2004: Pleasure from the Bass
2005: Louder than a Bomb
2005: You Gonna Want Me
2005: Good as Gold
2006: (Far From) Home
2006: 3 Weeks
2006: Move My Body




Aê galera, se acaso quiserem mais informacöes sobre o Tiga vâo lá na página de seu my space ou na Wikipédia, enderecos de onde tirei estas informacôes. Sastifazendo o pedido do parceiro do blog Finoelegante, Fábio Tihara, postei aqui na barra lateral do blog um link do rapidshare para um outro disco muito bom chamado Tiga-Essential, espero que curtam, abraco.

http://www.myspace.com/officialtiga

http://pt.wikipedia.org/wiki/Tiga


fragmentos

Esse mês passei por duas situaçôes que me renderam duas estórias muito boas para serem contadas aqui, no blog desse urbano alvo cabral. Sabiam que na Bahia cabral é um gíria utilizada quando se trata de medo? Pois é, cabral é derivado de cabreiro, outra palavra que tem o mesmo significado. Então, a melhor traduçâo da expressão alvo cabral é alvo com medo, cabreiro das mil e umas tretas que acontecem na cidade. É exatamente esse o tema dessa estória que tenho para contar. Acontece que quando se vive em situaçôes extremas o individuo acaba sendo obrigado a desenvolver uma certa malícia, uma manha, os códigos que o permitirá sobreviver nesse mundo de cão que muita vezes se tornam as periferias. Pois muito bem, achava eu que por ter crescido em comunidades nada tranquilas do interior da Bahia sabia identificar qualquer tentativa de ser passado para traz, ou de ser metido (gíria que significa ser roubado), e com essa malícia poderia transitar por todos os lugares . Nesses dois anos que moro no Rio tentaram me roubar somente uma vez e, mesmo assim, desenrolei com o moleque que acabou desistindo, dei sorte. Pois no sábado passado acordei cedinho e fui dar um rolé com minha namorada numa feira de velharias que acontece na praça XV para ver se encontrava alguma coisa retrô e barata que nos interessasse. Pegamos um micro-ônibus em Santa e quando descemos no Castelo, zona central do Rio, logo depois de atravessarmos duas ruas, fomos abordados por um cara que afirmava estar com uma arma por baixo da camisa. " Perdeu! Perdeu cumpade! Passa tudo que tá na sua bolsa e num conversa muito não!" Na hora fomos meio que pegos de surpresa, quando eu o vi já estava muito próximo de nós. Na hora foi isso mesmo que falei pra ele: " pô irmão, você me deu até um susto, quê que tá pegando? Pô que parada é essa aí de perdeu parceiro, eu tô aqui mais duro que você!" O cara, meio sem saber o que fazer, botou um dos braços em meu ombro para que os policiais que estavam passando na viatura não percebesse o assalto. Nessa hora ele quase me matou com seu insurpotável bafo de cachaça, putzz!! Minha namorada percebeu que eu estava desenrolando e adiantou um pouco os passos, afinal, ela estava com toda nossa grana, e nâo era pouco, naquela manhâ havíamos saído com a intençâo de pagar algumas contas. O cara já nâo sabia se estávamos juntos ou nâo. Nesse momento ele me pediu que lhe desse o que tinha na carteira. Eu, já disconfiando da inexistência de uma arma, atrasei um pouco o passo e lhe respondi brincando que quando visse quanto eu tinha na carteira ele iria até dar risada. E foi isso mesmo o que aconteceu, naquela manhã havia me restado da noite anterior apenas 2 reais na carteira e quando ele confirmou este fato, reclamou: " ... que porra é essa, tu tá com 2 reais na carteira, tá de sacanagem comigo! Abri os outros bolsos aê!". Eu abri todos os bolsos da carteira e ele constatou me esculanchando que isso era tudo o que eu tinha. Então ele pegou os dois reais e me soltou, logo depois atravessou a rua de volta sei lá pra onde, menos de um minuto e o cara já tinha sumido. Meio não acreditando no que havia acontecido peguei na mâo de minha gata e fomos em direcâo a feira da praça XV. "Dessa nós escapamos." brincava. Ela estava mais assustada que eu, precisava de uns minutos para se recompor. Chegamos à feira e, depois de uma meia hora de cara com todas aquelas antiguidades sendo vendidas ali, percebi que alguém me abraçou, era o mesmo cara! " Porra, vc de novo!" falei. O cara, num tom super malandro me falou baixinho: " Eu tô ligado que a grana estava com a gata, nessa vc se deu bem". da mesma forma que apareceu sumiu entre a multidão. "Caralho, que porra é essa!". Olhei em volta pra ver se ele estava nos observando. Nada dele, era como se estivesse em algum lugar a nos observar. Compramos algumas bugigangas baratas e de qualidade e na volta até o ponto de ônibus para Santa Teresa passamos perto de um prédio onde encontrava-se uns 10 a 15 moradores de rua, percebí que dois deles nos olhava enquanto conversavam com outros. Maria já ia atravessando a rua que dava acesso ao prédio quando eu a alertei disfarcadamente do perigo que seria passar por lá. Continuamos andando pelo canteiro que separavam as duas pistas e quando nos aproximamos do ponto atravessamos a rua. Tivemos sorte que o ônibus estava passando naquele exato momento. Demos a mão e, uma vez sentados, ficamos pasmos com o fato de alguns dos caras que estavam em baixo da marquise estarem nos dando tchau. Meu Irmão!! Virou brincadeira, nunca me senti tão seguro como dentro daquele ônibus.

sábado, 25 de abril de 2009

Ridemypony




Então galera, blz! Estou postando o endereço desse fotógrafo Iuguslavo chamado Charles Bodi para que vocês também possam curtir o seu ponto de vista. Ele consegue como ninguém registrar a passagem do tempo de forma a nos propor enxergar beleza onde para muitos só existem escombros. Se acaso não estiverem conseguindo entrar em seu site vcs podem utilizar o link que postei na barra lateral do blog. Divirtam-se...



http://www.flickr.com/photos/charlesbodi/

sexta-feira, 24 de abril de 2009


Um olhar.




"Pé que não anda não vende". Essa foi uma das observacôes feita por Jandira, mâe de cinco filhos, descendente de pataxós e moradora de uma pequena casa dentro de uma área indígena situada na costa do descobrimento, no trecho entre Caraívas e Ponta do Corumbal. Ela afirmava que chegava a andar por dia cerca de 30, 50, 80 km para tentar vender em Trancoso, Praia do Espelho, Arraial e Porto Seguro os artesanatos que ela e suas filhas produziam. "...e se agente não fizé isso agente passa fome, aqui tudo precisa do dinheiro e a coeita aqui num é muito boa, a terra aqui é de areia. Boa é as terras lá pra traz, onde tem aquele monte de eucalipto plantado". Repetia Jandira referindo-se as plantacôes de eucalipto da Aracruz celulose que beiravam quase toda faixa costeira daquela região, no horizonte não era difícil avistar o grande muro verde. Enquanto passava a linha por mais uma semente ela me dizia que alí era uma casa de mulheres trabalhadeiras e tentava me explicar o porque há dois meses não ia a cidade vender. Mostrando sua perna direita me dizia que teve um dia que seus pés começaram a desenvolver umas espécies de Bolhas e assim que essas iam estourando nasciam feridas que deixavam a pele lateral dos calcanhares em carne viva impedindo-a de promover qualquer caminhada. Quando procurou os médicos estes a informaram se tratar de bactérias que desenvolvem-se nas areias quentes e escura que fazem parte dessas regiões próximas ao mar. As caminhadas através das picadas até as cidades eram quase sempre pela areia quente beirando as praias e, devido a repetiçâo longa e diária desse hábito pelos moradores dessas regiões, fica-se mais sujeito a este tipo de contaminacâo". A informou o doutor. "...depois ele me receitou uma pomada e por dois meses eu conseguir pegar de graça no posto, mas esta semana meu marido passou lá duas vezes e eles disseram que nâo tinha. A pomada custa 40 reais e se o senhor puder comprar alguma coisa pra poder me ajudar..." E assim Jandira ia me convencendo quando derrepente percebi que uma criança estava atrás da cortina nos espiando, era uma menina de uns 3 a 4 anos e parecia um bicho do mato de tão desconfiada que era, ficamos ali conversando e por uns 40 minutos ela continuou lá nos espiando através de uma brecha na cortina.
Tentei puxar um papo com ela e nada, nenhuma das minhas tentativas estava dando certo, entâo me lembrei que havia comprado alguns biscoitos da ultima vez que tinha passado por um vilarejo e com eles, só com eles consegui fazer ela sair do quarto. Aos poucos fui convencendo-a aceitar alguns em troca dela me dizer seu nome, era lindo vê-la ali pertinho. Os biscoitos ela aceitou mas seu nome foi a mãe quem me disse, chamava-se Adriele e era a caçula de seis filhos. Enquanto ela comia timidamente me olhava e baixava a cabeça de novo, era como se nós fossemos algo estranho, ela devia imaginar que éramos bichos da cidade, estranhos.
Acabou que compramos alguns brincos e colares da Jandira, deixamos os pacotes de biscoito que tínhamos, pagamos os cocos que bebemos e, enquanto me despedia delas, me ocorreu que jamais iria esquecer dos olhos daquela criança. Maria e eu voltamos pela trilha até a praia e continuamos com a nossa caminhada até a aldeia que ficava um pouco mais pra frente, já pertinho de Corumbal. Tínhamos conseguido alí na casa de Jandira a água de coco que queríamos, artesanatos e ainda compartilhado um pouco de sua luta pelo tâo suado pâo de cada dia para a numerosa familia que ajudava a sustentar.
Fotos By Maria Therese

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Estava um dias desses escutando uns discos na casa de um amigo enquanto conversávamos sobre um monte de coisas sendo o Turismo e a industrializaçâo do Carnaval duas delas. Por estarmos no condomínio Equitativa, em Santa teresa, tinhamos o Pão de açúcar e a Baía de Guanabara como pano de fundo. Embalados por algumas bossa do Caetano discutíamos os Rumos que as cidades de potencial turístico estavam tomando e, como a maioria delas tem suas festas populares como um dos grandes fatores turísticos, acabamos por discutir os motivos que levaram estas grandes festas (como o Carnaval de salvador) a se tornarem na atual industria do entretenimento. Meu amigo apontava a Band e os produtores Paulista, Cariocas e Mineiros como os grandes incentivadores do Carnaval como um produto a ser comercializado submetendo-o dessa forma à glamourizaçâo do popular suplantando-o. Enquanto substituía a bossa pelo disco transa do caetano afirmava ele ser o turismo também outra máquina a favor da massificação dos costumes e da poluição dos lugares por onde passava. "... na época que Arembepe serviu de base para todo aquele movimento ripie eu estava por lá, eu vivi aquela época, nåo tinha essa coisa de massa que tem hoje, a Bahia vivia outra época... teve um ano que vi o filhos de gandhi sair só com o Gil e mais umas duas dezenas de fuliôes, não era nem de longe no que se transformou hoje o Bloco!.." bradava. Ufa!!Permaneci lá sentado em uma raridade de poltrona setentona somente mastigando seus argumentos , concordava com alguns enquanto outros me instigava a retrucar, foi ótimo!! Volta e meia percebia uma luz diferente acima do pão de açúcar e sobre os barquinhos ancorados na baía, era lindo ver a luz do sol voltando com a passagem das nuvens. "Sou um otimista incorrigível e ao meu ver o turismo em um país como o Brasil é uma consequência", o respondi. "... Não há como negar este imenso potencial natural, folclórico e musical que possuímos. Agimos de forma ingênua, despreparada, inconsequente, não enxergamos o turismo brasileiro como uma importantíssima fonte futura de divisas. Não foi a audiência da Band e nem o papel de agências como a CVC que transformaram os carnavais e as cidades turísticas baianas no sucesso turístico que são hoje. Em algum momento isso iria acontecer, é natural! Existe um mercado turístico e cultural em forte expansão pelo mundo, o que faltou foi ter se antecipado a este fenômeno, preparadando dessa forma as bases deste produto, no caso aqui o turismo, sem que para isso fosse sacrificada, durante o processo, suas raízes culturais. Não podíamos ter permitido que o Axé e o pagode monopolizassem o carnaval sufocando os demais ritmos e empobrecendo o cenário musical. Não ter permitido tambem que a criaçâo de blocos desse continuidade a mais uma forma de segregaçâo, já basta as ínumeras divisôes sociais que temos". Meu brother levantou e foi até a cozinha buscar um pouco de água para lubrificar nossas gargantas já meios secas de tanta teoria gasta. "Quanta demagogia!". Brincávamos. Ele retrucava uma coisa, concordava com outras enquanto eu continuava afirmando que se tívessemos instruído os administradores e a populaçâo local a respeito das vantagens de se promover um turismo limpo, ambientalmente correto, cultural e pedagógico poderíamos entrar de forma justa nesse jogo, sem ter que pra isso submeter a natureza ao homem e permitindo tambem, através da multi polaridade, uma circulaçâo muito maior de informaçôes ligadas a todos os setores culturais...".
O papo poderia entra pela noite se deixássemos, era um assunto que se emaranhava por diversas cadeias produtivas, nem com a discografia completa do Caetano tendo sido escutada chegaríamos a um veredicto. O que acabamos concordando foi que a largada tinha sido dada e as regras deveriam ser rígidas para que não fossem comprometidas as nossas belezas naturais e os milhares de futuros empregos. Da próxima vez vamos tentar escutar alguma coisa mais rock´in roll para ver a quais conclusões chegamos, até lá.

sábado, 11 de abril de 2009

De Jorge Amado à Costa do descobrimento








Como já dizia o ditado: Pé que não anda não toma topadas! Pois bem, depois de alguns meses encapsulado em Santa Teresa o universo parece conspirar a meu favor permitindo-me voltar a Bahia. Oh terrinha abençoada! Teria eu que buscar em diversos dicionários, das línguas mais variadas, adjetivos para tentar descrever aqui todas as maravilhas dessas bandas que tão bem gerou e acolheu os que por ela souberam passar. Rapaz, é muita coisa! Por ter crescido na terra da Gabriela tive eu a oportunidade de vislumbrar desde cedo lugares como Olivença, Lagoa Encantada, Serra Grande, Itacaré, Barra-Grande, Morro de São Paulo... Anos depois, cansado de remar para o norte, segui rumo ao sul e descobri praias ainda mais lindas como as que ficam entre Arraial d ajuda, Trancoso, Caraívas, Ponta do Corumbal... são tantas praias, Rios, Falésias, tipos e cenários que só com caneta e papel na mão para se lembrar depois para contar para os amigos. E olha que estou apenas descrevendo os lugares que conheci, o que não chega a um terço de todo o estado. Esse pé aqui já andou bastante por alguns estados brasileiros e, não querendo aqui desmerecer a beleza de nenhum deles, a Bahia é de uma variedade geográfica e climática tão grande que deixa qualquer um de queixo caído. É como se guardássemos um pouco de cada região do Brasil dentro dessas fronteiras. Se acaso vc fique cansado do barulho das ondas ou do cheiro do mar vá para a Chapada Diamantina e explore suas caminhadas. Pode se habilitar também no sertão ou no planalto e se não demorar muito pode até conhecer um pouco da quase extinta Mata Atlântica e o restinho de índios pataxós, há muito colonizados, que por lá reclamam seu sutento e a sobrevivencia de sua espécie. Mesmo tendo sido e continuar sendo vítima de péssimos administradores, redes hoteleiras, orgâos ambientais ineficientes, exploradores e aproveitadores de todos os calibres e sotaques ainda assim seriam preciso centenas de Dorivais, Joåos e Caetanos para conseguir cantar todas as belezas que ainda resistem nesse lado do mapa. Deixo aqui postado algumas fotos da caminhada de 80 km entre Arraial e Ponta do Corumbal que fiz com Maria, minha namorada, para que os que por aqui passarem tenham a oportunidade de dividir conosco um pouquinho de 4 dos 20 dias que passamos pela Bahia.